MARVADUUUU

:: Postado por Isabella Kuester às 21h04
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da certooo T.T

:: Postado por Isabella Kuester às 21h03
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minha 1º imagem

oia só a primeira imagem(que presta-.-") que eu fiz noFireworks:

 

a unica coisa q falta é o programa de animação!

Obs: as imagens que eu pego são de outros sites, porque não sou experiente! mas as montagens são feitas por mim.)

:: Postado por Isabella Kuester às 20h50
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nhaaa marvado... num deu T.T

:: Postado por Isabella Kuester às 18h50
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 eu num sei se vai dar certo agora...T.T.... tumara que de =P

:: Postado por Isabella Kuester às 18h50
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^.~

ói eu <<<<< XD..pareci XP

uia q angel fofixxxxx

sakura XD

:: Postado por Isabella Kuester às 18h37
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A chuva forte
que perturba a madrugada
aparece pernoitada
em minha última morada.


E o clarim da Lua escondida
pelas noites chuvosas perdidas.


Derrama então
lágrimas
de uma última morada
de esperanças,
jamais resgatadas.


A chuva forte
que Devasta a madrugada
é como a vida Sem você:
que Devasta a alma.


Por: Paula Duarte

:: Postado por Isabella Kuester às 09h38
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Razões do Amor

 

 

Se amar fosse apenas olhar para o céu
Não haveria razões para haver estrelas.

Se amar fosse apenas sorrir
Não haveria motivos para que alguém sorrisse conosco.

Se amar fosse apenas caminhar
Não haveria razões para a existência dos bosques encantados.

Se amar fosse apenas ver os pássaros
não haveria motivos para ouvir seus cantos.

Se amar fosse apenas olhar as nuvens
Não haveria Razões para deixar nossa imaginação atravessá-las

Se amar fosse apenas viver
Não haveria motivos para se ter coração.

Se amar fosse apenas falar
Não haveria razões para se ouvir.

Se amar fosse apenas a beleza da rosa
Não haveria motivos para se ter o espinho.

Se amar fosse apenas fazer
Não haveria razões para ajudar.

Se amar fosse apenas dizer eu te amo
Não haveria motivos para se provar isso.

Se amar fosse viver sem você
Não haveria razão então de viver...

Te amo, mais do que as razões do amor podem explicar.
 
 

:: Postado por Isabella Kuester às 09h37
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Eles são gotas de cristal cheias de mistério
duas estrelas ocultas na madeira nobre
trazem um infinito em seu brilho sério
e uma luz que sua escuridão encobre

Eles envolvem sua existência no mundo
duas lagoas que em suas obscuras águas
escondem o amor em seu bem calmo fundo
e esquecem de tantas mal curadas mágoas

E no findar da tarde, vendo o sol caindo
na cortina do horizonte em rubro clarão,
eu abraço seus olhos como que pedindo
que aos meus respondam se os amarão

Seus olhos são o início de meus pensamentos,
o doce meio pelo qual os meus esperam viver,
e da procura o fim que sonho ver há tempos;
todo meu mundo, todo o sonho do meu ser ...

:: Postado por Isabella Kuester às 09h36
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Estrela perigosa
Rosto ao vento
Barulho e silêncio
leve porcelana
templo submerso
trigo e vinho
tristeza de coisa vivida
árvores já floresceram
o sal trazido pelo vento
conhecimento por encantação
esqueleto de idéias
ora pro nobis
Decompor a luz
mistério de estrelas
paixão pela exatidão
caça aos vaga-lumes.
Vaga-lume é como orvalho
Diálogos que disfarçam conflitos por explodir
Ela pode ser venenosa como às vezes o cogumelo é.
No obscuro erotismo de vida cheia
nodosas raízes.
Missa negra, feiticeiros.
Na proximidade de fontes,
lagos e cachoeiras
braços e pernas e olhos,
todos mortos se misturam e clamam por vida.
Sinto a falta dele
como se me faltasse um dente na frente:
excrucitante.
Que medo alegre,
o de te esperar.

Clarice Lispector

:: Postado por Isabella Kuester às 09h33
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Um Sonho
 
Nos teus braços encontrei um abrigo
No teu rosto um belo sorriso
Nos teus olhos a esperança
Nos teus passos o meu caminho
Na sua voz achei a paz
Nas suas mãos o calor da vida
Nos teus lábios, o doce mel
No seu corpo eu me perdi e me encontrei
No seu sono velei sua beleza
E quando do sonho acordei
Não te encontrei.

:: Postado por Isabella Kuester às 09h32
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A M O R


Você sabe o que é o Amor? Não?
Então me pergunte.
Pergunte-me e eu lhe direi tudo,
Porque ninguém mais do que eu
Pode saber o que é o Amor.
Pergunte-me e eu lhe direi que amei, amei...
Amei inconseqüentemente,
Amei incondicionalmente.
Quer mesmo saber o que é o Amor?
Então, espelhe-se em mim.
Olhe para meu semblante,
Analise o meu olhar.
Percebeu? Eu sou serena,
Meus olhos estão sempre a brilhar.
Sabe por quê?
Porque quando tantos se perderam em desavenças,
Eu estava firme a amar, amar...
Amei todos os homens que me deu o destino,
Amei-os sem nada pedir,
Assim, como se todos fossem meninos.
Ainda quer saber o que é o Amor?
Então, faça um poema,
Escreva uma canção;
Esqueça o que se perdeu,
Acolha o que já ganhou...
Viu? Foi tanto que a vida lhe deu,
Que agora você já sabe o que é o Amor.



:: Postado por Isabella Kuester às 09h32
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O amor por entre o verde

Não é sem freqüência que, à tarde, chegando à janela, eu vejo um casalzinho de brotos que vem namorar sobre a pequenina ponte de balaustrada branca que há no parque. Ela é uma menina de uns treze anos, o corpo elástico metido nuns blue jeans e num suéter folgadão, os cabelos puxados para trás num rabinho-de-cavalo que está sempre a balançar para todos os lados; ele, um garoto de, no máximo, dezesseis, esguio, com pastas de cabelo a lhe tombar sobre a testa e um ar de quem descobriu a fórmula da vida. Uma coisa eu lhe asseguro: eles são lindos, e ficam montados, um em frente ao outro, no corrimão da colunata, os joelhos a se tocarem, os rostos a se buscarem a todo momento para pequenos segredos, pequenos carinhos, pequenos beijos. São, na extrema juventude, a coisa mais antiga que há no parque, incluindo velhas árvores que por ali espapaçam sua verde sombra; e as momices e brincadeiras que se fazem dariam para escrever todo um tratado sobre a arqueologia do amor, pois têm uma tal ancestralidade que nunca se há de saber a quantos milênios remontam. Eu os observo por um minuto apenas para não perturbar-lhe os jogos de mão e misteriosos brinquedos mímicos com que se entretêm, pois suspeito de que sabem de tudo o que se passa à sua volta. Às vezes, para descansar da posição, encaixam-se os pescoços e repousam os rostos um sobre o ombro do outro, como dois cavalinhos carinhosos, e eu vejo então os olhos da menina percorrerem vagarosamente as coisas em torno, numa aceitação dos homens, das coisas e da natureza, enquanto os do rapaz mantêm-se fixos, como a perscrutar desígnios. Depois voltam à posição inicial e se olham nos olhos, e ela afasta com a mão os cabelos de sobre a fronte do namorado, para vê-lo melhor, e sente-se que eles se amam e dão suspiros de cortar o coração. De repente o menino parte para uma brutalidade qualquer, torce-lhe o pulso até ela dizer-lhe o que ele quer ouvir, e ela agarra-o pelos cabelos, e termina tudo, quando não há passantes, num longo e meticuloso beijo. Que será, pergunto-me eu em vão, dessas duas crianças que tão cedo começam a praticar os ritos do amor? Prosseguirão se amando, ou de súbito, na sua jovem incontinência, procurarão o contato de outras bocas, de outras mãos, de outras mãos, de outros ombros? Quem sabe se amanhã, quando eu chegar à janela, não verei um rapazinho moreno em lugar do louro ou uma menina com a cabeleira solta em lugar dessa com os cabelos presos? E se prosseguirem se amando, pergunto-me novamente em vão, será que um dia se casarão e serão felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era exatamente aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado? É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que freqüentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram. E é então que esqueço de tudo e vou olhar nos olhos de minha bem-amada como se nunca a tivesse visto antes. É ela, Deus do céu, é ela! Como a encontrei, não sei. Como chegou até aqui, não vi. Mas é ela, eu sei que é ela porque há um rastro de luz quando ela passa; e quando ela me abre os braços eu me crucifico neles banhado em lágrimas de ternura; e sei que mataria friamente quem quer que lhe causasse dano; e gostaria que morrêssemos juntos e fôssemos enterrados de mãos dadas, e nossos olhos indecomponíveis ficassem para sempre abertos mirando muito além das estrelas.

                                    

:: Postado por Isabella Kuester às 09h30
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eu não sei porque não está dando para colocar os gifs do VICKYS...eu ovu resolver o problema! ah si vo ...¬¬

:: Postado por Isabella Kuester às 09h25
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:: Postado por Isabella Kuester às 09h24
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:: Postado por Isabella Kuester às 09h10
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