


:: Postado por
Isabella Kuester
às
10h24
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Gifs*.*




:: Postado por
Isabella Kuester
às
13h08
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MARVADUUUU
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Isabella Kuester
às
21h04
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<a href="http://www.giffsparavoce.blogger.com.br">
<img src="http://www.giffsparavoce2.ubbihp.com.br/blogueriadobem.gif"border="0" alt="Campanha blogueiro do bem" oncontextmenu="return false"></a>
da certooo T.T
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Isabella Kuester
às
21h03
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minha 1º imagem
oia só a primeira imagem(que presta-.-") que eu fiz noFireworks:

a unica coisa q falta é o programa de animação!
Obs: as imagens que eu pego são de outros sites, porque não sou experiente! mas as montagens são feitas por mim.)
:: Postado por
Isabella Kuester
às
20h50
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nhaaa marvado... num deu T.T
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Isabella Kuester
às
18h50
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<!-- AWARD TSLIST.TK -->
<a href="http://tslist.tk" target="_blank"><img src="http://www.tslist.blogger.com.br/award006.gif" width="100" height="100" border="0" oncontextmenu="return false" title="AWARD TSL - Template Shop List."></a>
<!-- FIM AWARD TSLIST.TK -->
eu num sei se vai dar certo agora...T.T.... tumara que de =P
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Isabella Kuester
às
18h50
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^.~

ói eu <<<<< XD..pareci XP
uia q angel fofixxxxx
sakura XD




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Isabella Kuester
às
18h37
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A chuva forte
que perturba a madrugada
aparece pernoitada
em minha última morada.
E o clarim da Lua escondida
pelas noites chuvosas perdidas.
Derrama então
lágrimas
de uma última morada
de esperanças,
jamais resgatadas.
A chuva forte
que Devasta a madrugada
é como a vida Sem você:
que Devasta a alma.
Por: Paula Duarte
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Isabella Kuester
às
09h38
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Razões do Amor
Se amar fosse apenas olhar para o céu
:: Postado por
Isabella Kuester
às
09h37
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Eles são gotas de cristal cheias de mistério
duas estrelas ocultas na madeira nobre
trazem um infinito em seu brilho sério
e uma luz que sua escuridão encobre
Eles envolvem sua existência no mundo
duas lagoas que em suas obscuras águas
escondem o amor em seu bem calmo fundo
e esquecem de tantas mal curadas mágoas
E no findar da tarde, vendo o sol caindo
na cortina do horizonte em rubro clarão,
eu abraço seus olhos como que pedindo
que aos meus respondam se os amarão
Seus olhos são o início de meus pensamentos,
o doce meio pelo qual os meus esperam viver,
e da procura o fim que sonho ver há tempos;
todo meu mundo, todo o sonho do meu ser ...
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Isabella Kuester
às
09h36
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Estrela perigosa
Rosto ao vento
Barulho e silêncio
leve porcelana
templo submerso
trigo e vinho
tristeza de coisa vivida
árvores já floresceram
o sal trazido pelo vento
conhecimento por encantação
esqueleto de idéias
ora pro nobis
Decompor a luz
mistério de estrelas
paixão pela exatidão
caça aos vaga-lumes.
Vaga-lume é como orvalho
Diálogos que disfarçam conflitos por explodir
Ela pode ser venenosa como às vezes o cogumelo é.
No obscuro erotismo de vida cheia
nodosas raízes.
Missa negra, feiticeiros.
Na proximidade de fontes,
lagos e cachoeiras
braços e pernas e olhos,
todos mortos se misturam e clamam por vida.
Sinto a falta dele
como se me faltasse um dente na frente:
excrucitante.
Que medo alegre,
o de te esperar.
Clarice Lispector

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Isabella Kuester
às
09h33
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Um Sonho
Nos teus braços encontrei um abrigo
No teu rosto um belo sorriso
Nos teus olhos a esperança
Nos teus passos o meu caminho
Na sua voz achei a paz
Nas suas mãos o calor da vida
Nos teus lábios, o doce mel
No seu corpo eu me perdi e me encontrei
No seu sono velei sua beleza
E quando do sonho acordei
Não te encontrei.
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Isabella Kuester
às
09h32
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A M O R
Você sabe o que é o Amor? Não?
Então me pergunte.
Pergunte-me e eu lhe direi tudo,
Porque ninguém mais do que eu
Pode saber o que é o Amor.
Pergunte-me e eu lhe direi que amei, amei...
Amei inconseqüentemente,
Amei incondicionalmente.
Quer mesmo saber o que é o Amor?
Então, espelhe-se em mim.
Olhe para meu semblante,
Analise o meu olhar.
Percebeu? Eu sou serena,
Meus olhos estão sempre a brilhar.
Sabe por quê?
Porque quando tantos se perderam em desavenças,
Eu estava firme a amar, amar...
Amei todos os homens que me deu o destino,
Amei-os sem nada pedir,
Assim, como se todos fossem meninos.
Ainda quer saber o que é o Amor?
Então, faça um poema,
Escreva uma canção;
Esqueça o que se perdeu,
Acolha o que já ganhou...
Viu? Foi tanto que a vida lhe deu,
Que agora você já sabe o que é o Amor.
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Isabella Kuester
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09h32
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O amor por entre o verde
Não é sem freqüência que, à tarde, chegando à janela, eu vejo um casalzinho de brotos que vem namorar sobre a pequenina ponte de balaustrada branca que há no parque. Ela é uma menina de uns treze anos, o corpo elástico metido nuns blue jeans e num suéter folgadão, os cabelos puxados para trás num rabinho-de-cavalo que está sempre a balançar para todos os lados; ele, um garoto de, no máximo, dezesseis, esguio, com pastas de cabelo a lhe tombar sobre a testa e um ar de quem descobriu a fórmula da vida. Uma coisa eu lhe asseguro: eles são lindos, e ficam montados, um em frente ao outro, no corrimão da colunata, os joelhos a se tocarem, os rostos a se buscarem a todo momento para pequenos segredos, pequenos carinhos, pequenos beijos. São, na extrema juventude, a coisa mais antiga que há no parque, incluindo velhas árvores que por ali espapaçam sua verde sombra; e as momices e brincadeiras que se fazem dariam para escrever todo um tratado sobre a arqueologia do amor, pois têm uma tal ancestralidade que nunca se há de saber a quantos milênios remontam. Eu os observo por um minuto apenas para não perturbar-lhe os jogos de mão e misteriosos brinquedos mímicos com que se entretêm, pois suspeito de que sabem de tudo o que se passa à sua volta. Às vezes, para descansar da posição, encaixam-se os pescoços e repousam os rostos um sobre o ombro do outro, como dois cavalinhos carinhosos, e eu vejo então os olhos da menina percorrerem vagarosamente as coisas em torno, numa aceitação dos homens, das coisas e da natureza, enquanto os do rapaz mantêm-se fixos, como a perscrutar desígnios. Depois voltam à posição inicial e se olham nos olhos, e ela afasta com a mão os cabelos de sobre a fronte do namorado, para vê-lo melhor, e sente-se que eles se amam e dão suspiros de cortar o coração. De repente o menino parte para uma brutalidade qualquer, torce-lhe o pulso até ela dizer-lhe o que ele quer ouvir, e ela agarra-o pelos cabelos, e termina tudo, quando não há passantes, num longo e meticuloso beijo. Que será, pergunto-me eu em vão, dessas duas crianças que tão cedo começam a praticar os ritos do amor? Prosseguirão se amando, ou de súbito, na sua jovem incontinência, procurarão o contato de outras bocas, de outras mãos, de outras mãos, de outros ombros? Quem sabe se amanhã, quando eu chegar à janela, não verei um rapazinho moreno em lugar do louro ou uma menina com a cabeleira solta em lugar dessa com os cabelos presos? E se prosseguirem se amando, pergunto-me novamente em vão, será que um dia se casarão e serão felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era exatamente aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado? É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que freqüentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram. E é então que esqueço de tudo e vou olhar nos olhos de minha bem-amada como se nunca a tivesse visto antes. É ela, Deus do céu, é ela! Como a encontrei, não sei. Como chegou até aqui, não vi. Mas é ela, eu sei que é ela porque há um rastro de luz quando ela passa; e quando ela me abre os braços eu me crucifico neles banhado em lágrimas de ternura; e sei que mataria friamente quem quer que lhe causasse dano; e gostaria que morrêssemos juntos e fôssemos enterrados de mãos dadas, e nossos olhos indecomponíveis ficassem para sempre abertos mirando muito além das estrelas.
:: Postado por
Isabella Kuester
às
09h30
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